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Smartphones, tablets, notebooks e televisões se tornaram essenciais na nossa vida, mas podem ser bastante caros. Se você precisa de um aparelho novo, seja porque o seu antigo foi roubado, estragou ou qualquer outro motivo, é preciso se planejar antes de comprar.

É possível encontrar smartphones e tablets básicos a partir de R$ 300 e os top de linha podem chegar a R$ 5 mil. Notebooks variam de R$ 1 mil a R$ 20 mil. Aparelhos de TVs de 20 polegadas podem ser encontrados por R$ 600, mas os modelos de gigantes de luxo passam os 100 mil dólares.

É fundamental comprar um modelo que você tenha capacidade de pagar para evitar endividamentos. Porém, ao mesmo tempo, não adianta comprar um aparelho super barato que não irá suprir suas necessidades ou ele pode se tornar obsoleto em pouco tempo. A melhor compra é escolher um eletrônico de acordo com o seu perfil.

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Cada tipo de eletrônico tem uma série de especificações técnicas que é preciso levar em conta, como tamanho, tela, processador, marca, etc. Com o Assistente de compras Shoptutor, basta responder algumas perguntinhas para saber qual o modelo com maior afinidade com você e sua demanda.

Se você não tem dinheiro para comprar um modelo que supra suas necessidade básicas, é hora de organizar as finanças. Confira as dicas abaixo para comprar o smartphone, tablet, notebook ou televisão que você quer:

#1 Se planeje

Em um primeiro momento, pode parecer impossível arcar com um custo desses, mas dinheiro é um questão de organização. Você precisa saber quanto dinheiro recebe e quanto gasta para saber quanto sobra (ou falta) no final do mês. Sabendo exatamente todos os seus gastos, é possível compreender onde é possível cortar custos para economizar dinheiro – seja para juntar e comprar um aparelho à vista ou para ter dinheiro para pagar a parcela do cartão.

A maioria das pessoas não costuma fazer um controle financeiro, mas há aplicativos de celular que tornam a tarefa extremamente fácil. O Planejei é um app que faz o controle das entradas e saídas de dinheiro de maneira fácil, pois ele é sincronizado com a suas contas bancárias e sabe quando você gasta dinheiro. Além disso, ele possui uma ferramenta para estabelecer objetivos financeiros que ajuda os usuários a criar estratégias para conseguir juntar o dinheiro.

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#2 Parcele

Em geral, é sempre melhor comprar as coisas à vista, mas muitas vezes não é possível. A parte boa é que a maioria das lojas que vendem aparelhos eletrônicos entendem que esses não são valores fáceis de serem pagos e parcelam em até dez vezes sem juros. Ou seja, um notebook de R$ 2,5 mil reais vira uma parcela de R$250 por dez meses. Se você não tem este limite no cartão, você pode ir até o seu banco e pedir para aumentar o limite, a maioria das financeiras não exigem muito para aumentar o limite do cartão. Outra opção, é fazer um cartão de crédito em grandes redes de loja como Magazine Luiza e Americanas.

Ao fazer uma conta a prazo, confirme que realmente não há juros no parcelamento e certifique-se que você será capaz de pagar as parcelas em dia. O juros do cartão de crédito são os mais altos do mercado, nunca atrase o pagamento ou pague o valor mínimo da fatura, isso pode acabar em um efeito “bola de neve” e uma dívida grande.

#3 Contrate um crédito pessoal

Se você precisa do aparelho com urgência, como é o caso de pessoas que usam notebook e smartphone para trabalhar, e não pode usar o cartão de crédito, você pode optar por contratar um crédito pessoal.

A maioria dos bancos oferecem linhas de crédito para correntistas. Antes de contratar, sempre leia o contrato com cuidado e certifique-se que poderá pagar as parcelas. As opções de empréstimo para pessoa física mais baratas e fáceis de conseguir são:

Crédito Pessoal: é um empréstimo automático e pré-aprovado que possível realizar por um caixa eletrônico. O limite é determinado pela renda do correntista e pelo relacionamento com o banco, mas normalmente deve ser o bastante para comprar um eletrônico. A taxa de juros varia entre 3% e 7%.

Empréstimo Consignado: É uma das opções mais baratas e a única que pode ser contratada por pessoas que estão com o “nome sujo”. As taxas costumam ficar abaixo de 3% ao mês e costumam ser descontadas mensalmente diretamente na folha de pagamento.

Crédito Direto ao Consumidor (CDC): É um financiamento direcionado para compra de bens, inclusive eletrônicos. A taxa de juros média fica entre 1% e 4%.

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